A Presidência da República sancionou, nesta quarta-feira (2), lei que reforça a necessidade de protocolos no Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de urgências cardiovasculares, como o infarto. A nova lei prevê o uso de medidas trombolíticas (medicamentos que dissolvem coágulos no sangue) em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), medida que poderá salvar vidas e reduzir sequelas.
Relatora na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) ressaltou que, embora o Ministério da Saúde já possua regras para esses casos, instituir tal obrigação em lei confere mais força e estabilidade ao tema, pois reforça seu caráter prioritário. Para Mara, a exigência ajuda a melhorar a qualidade do atendimento e a diminuir as diferenças regionais no acesso a tratamentos de urgência.
A Lei 15.494 se originou do PL 5.972/2023 , de autoria do deputado federal Rafael Simões (União-MG). O texto também altera a Lei 14.747, de 2023 , que criou o Mês de Conscientização sobre as Doenças Cardiovasculares.
A nova norma foi publicada sem vetos no Diário Oficial da União (DOU)desta quinta-feira (3) e começará a valer em 180 dias.
Senado Federal Senado terá centro cultural em Brasília
Senado Federal Fundo Eleitoral reduz desigualdade entre partidos, mas diferenças internas persistem
Senado Federal Publicada MP com crédito extraordinário para a agricultura familiar
Senado Federal MP libera R$ 6,6 bilhões para subsídios a combustíveis
Senado Federal Aprovado pelo Senado, fundo para promover acesso à Justiça gratuita vira lei
Senado Federal Criada há 30 anos, cota de candidaturas femininas ainda não levou à igualdade Mín. 24° Máx. 37°
Mín. 26° Máx. 41°
Tempo limpoMín. 28° Máx. 39°
Chuvas esparsas