A Justiça Federal no Distrito Federal concedeu nesta quarta-feira (2) prazo de dez dias para a plataforma Discord apresentar uma proposta de conciliação na ação na qual o governo federal pede que a empresa efetive medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.
O prazo foi solicitado pela plataforma durante a primeira audiência do caso, que também envolveu representantes da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Ministério Público Federal (MPF).
O Discord pretende apresentar um protocolo para receber notificações sobre casos de sextorsão na plataforma, mecanismo de detecção e moderação de conteúdos sobre maus-tratos e crueldade contra animais, além de medidas para preservar dados de usuários para assegurar eventual requisição por investigações.
Antes de protocolar a ação na Justiça, o governo federal tentou fechar acordo com a plataforma para que as falhas fossem corrigidas.
Contudo, a AGU informou que as medidas apresentadas anteriormente pela empresa foram consideradas insuficientes para eliminar as falhas apresentadas e protocolou a ação na Justiça .
O Discord passou a ser cobrado pelo governo após repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho.
Justiça Fachin decide tirar Moraes da relatoria do inquérito das fake news
Justiça Para AGU, decisão de Fachin restaura ordem pública e administrativa
Justiça André Mendonça manda soltar filho do "Careca do INSS
Justiça Associação de procuradores pede moderação diante de crise no STF
Justiça Entidades científicas cobram apuração rigorosa de crise no STF
Justiça Governo identifica 97 médicos falsos de IA no Youtube e aciona Google Mín. 24° Máx. 37°
Mín. 26° Máx. 41°
Tempo limpoMín. 28° Máx. 39°
Chuvas esparsas